Meio Ambiente e literatura nos Monólitos, em Quixadá

2 de outubro de 2015 - 11:17

A Orientadora da Célula do Monumento Natural Os monólitos de Quixadá, Luzilene Saboia, articulou mais uma ação com professores dos Projetos Mais Educação e Primeiro Passo e os alunos do Ensino Fundamental da Escola Edmílson Pinheiro, regional do distrito de Riacho Verde em Quixadá. A Fazenda Não Me Deixes, onde a escritora Raquel de Queiroz descansava e escrevia seus romances, foi local ideal para falar de literatura e meio ambiente.

A equipe foi recepcionada pelo analista ambiental do Ibama, Francisco Carlos, membro do Conselho Gestor da unidade de Conservação, bem como pelas professoras Jamili Silva Fialho, do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da Uece/FECLESC e coordenadora do Programa Conhecer para Conservar e Restaurar Áreas de Caatinga . Participaram, ainda, a professora de Língua Portuguesa Elizionara Gomes Leite; o presidente do Centro Acadêmico de Engenharia Ambiental e Sanitária, Paulo Vítor de Oliveira, e o estudante Pedro Henrique.

A Fazenda Não Me Deixes possui uma área total de 928 hectares. Parte da fazenda foi transformada em Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN, criada pela Portaria do IBAMA No 37-N de 16 de abril de 1999 e tem trezentos hectares (300 ha). A reserva foi criada para a conservação e preservação da vegetação de Caatinga e preservar as especies de animais.

A programação constou de uma trilha para reconhecimento das árvores, informações sobre o ambiente da Caatinga. Verificou-se que, apesar do período de seca, a vegetação mantém-se viva e apresenta uma biodiversidade rica. A Professora Jamili fez uma explanação sobre a visão ambiental associada à parte literaria, com uma proposta para o curso de Letras, que faz parte do projeto que está sendo desenvolvido na RPPN Não Me Deixes.

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